sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Transilvânia

Ana Bolena guardava uma lata em que estavam todas as suas esperanças e sonhos. Ela planeja fugir com ele para sempre para nunca serem vistos novamente. Deixou um bilhete e começou a sufocar, pode sentir o nó que está em sua garganta, está chovendo e ela deixou seu casaco em silêncio. Pessoas marchando ao som da bateria, todo mundo está se divertindo ao som do amor. Feio é o mundo em que estamos, se estou certa então prove que estou errada, estou atordoada para encontrar um lugar ao qual eu pertença. Quem é seu amante? Eu não poderia contar. Quando o inferno congelar? Será quando eu disser quem é o seu amante? Eu não poderia contar, quando isso vai parar? Correndo, caminhando no escuro ela está procurando por um coração solitário, ela o encontra mas o coração dele parou, ela desaba. Desculpe-nos mas Sua Majestade recusa ordens da Rainha, resulta em monstruosidade. Lembre-se de uma voz e ouça ele cantar.

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